Como Alcançar cada um que Deus lhe confiou para Ensinar
O Educador Cristão e as Metodologias de Ensino

 
 






 

COMO ALCANÇAR CADA UM QUE DEUS LHE CONFIOU PARA ENSINAR

 

Quem são seus alunos?



1. APRENDIZES INTERATIVOS

Por que eu preciso disto?

São pessoas curiosas, observadoras e sensíveis que aprendem melhor em contextos que possibilitam o desenvolvimento de relacionamentos interpessoais. Compartilham com facilidade suas experiências promovendo o contexto para o aprendizado.
Gostam de falar sobre suas experiências de vida. Aprendem melhor ouvindo e compartilhando idéias. Eles vêem o quadro geral de forma panorâmica com mais facilidade que os pequenos detalhes e aprendem mais usando os sentidos.
Geralmente conseguem ver todos os lados das questões apresentadas. Sem eles, outros alunos talvez não entendam o valor pessoal do que será ensinado.



2. APRENDIZES ANALÍTICOS

O que a Bíblia diz sobre a minha necessidade?

São pessoas que precisam aprender algo novo na aula. Gostam de aprender fatos e conceitos novos. Adquirem conhecimentos observando e ouvindo.
Eles esperam que o professor seja o principal fornecedor das informações. São fortes observadores das responsabilidades e compromissos de seu professor e visam a perfeição das respostas corretas. Querem primeiro obter todos os dados para depois tomar uma decisão, aliás, se decepcionam quando o professor foge do método tradicional. Sem eles outros alunos talvez não adquiram uma compreensão intelectual da Bíblia.



3. APRENDIZES PRAGMÁTICOS


Como funciona o que a Bíblia ensina?

São pessoas que precisam ver se o que aprenderam faz sentido imediato. Gostam de fazer experiências. Aprendem melhor quando aprender combina com fazer.
Gostam de testar as informações recebidas no mundo real para aplicar o que aprenderam. Usando suas próprias idéias gostam de analisar e esclarecer os problemas.
Se sobressaem quando lidam com o que é prático e de importância imediata para eles. Para eles fé é ação. Sem eles outros alunos talvez não pratiquem os valores bíblicos.


4. APRENDIZES DINÂMICOS

Como usarei o que aprendi?

São pessoas que encontram maneiras criativas de usar o que aprenderam. Gostam de ação como parte indispensável do processo ensino-aprendizagem. Possuem grande capacidade de iniciativa e enfrentam muito bem os riscos e as mudanças. Encontram prazer em começar algo novo e deixar marca pessoal em uma idéia.
Gostam de descobrir maneiras criativas de exercitar a fé. Sem eles outros alunos talvez não descubram como colocar sua fé em ação.



Como ensiná-los?


A lição deve ser desenvolvida observando as diferenças individuais e com as seguintes perguntas-chave:

» INTERATIVO ---> Por que preciso saber isto? (significado)
» ANALÍTICO O ---> que precisos saber? (conteúdo)
» PRAGMÁTICO ---> Como isto funciona? (experiência)
» DINÂMICO ---> Em que isto pode transformar-se? (aplicação)

PASSO 1 – Inicie com a contribuição dos aprendizes interativos.
O professor deve começar sua aula captando a atenção dos alunos e usando informações que eles já possuem. Depois deve dirigir a atenção dos alunos aos objetivos pré-estabelecidos.
Aprendizes interativos podem ajudar a classe a entender o “por quê” da lição se baseando em experiência e conhecimentos passados e compartilhando com os colegas a importância do estudo em pauta. Eles assumem a liderança da discussão e propiciam o ambiente propício para responder a pergunta:

Por que esta lição é importante para mim?

PASSO 2 – Apresente o conteúdo da lição com a contribuição dos aprendizes analíticos.


Nesta segunda fase o professor deve apresentar o conteúdo da mensagem e acrescentar novos fatos ou conceitos (contemporâneos ou não) ao assunto em pauta.
Aprendizes analíticos podem ajudar com informações ligadas ao tema em estudo e enriquecerão o conteúdo apresentado porque estarão sempre buscando resposta a esta pergunta:

O que preciso saber?


PASSO 3 – Explore o conteúdo da mensagem com a contribuição dos aprendizes pragmáticos.


Nesta fase o professor deve destacar o lado prático da mensagem bíblica apresentada. Ou seja, ensinar como tornar útil o que aprenderam.
Os aprendizes pragmáticos podem ajudar com sua larga habilidade de fazer experiências, no cotidiano, com as informações recebidas. Com certeza vão querer descobrir:

Como fazer funcionar na minha vida o que aprendi?


PASSO 4 – Conclua sua aula com a contribuição dos aprendizes dinâmicos.
Nesta fase o professor deve incentivar seus alunos a explorarem as possibilidades do que sabem e do que aprenderam.
Os aprendizes dinâmicos podem ajudar com uma porção de idéias para expandir o que aprenderam e empolgar toda a classe para a ação. Estarão abertos para descobrir:



O que isto pode me transformar?



Professor, para que sua aula obtenha êxito é preciso que você descubra qual é o estilo de aprendizagem que predomina
em suas concepções pedagógicas.

 


Depois de ler cada frase indique a afirmação que se aplica a você.

M = muito R = razoavelmente P = pouco N = nunca

1. Faço meu trabalho melhor quando estou com outras pessoas.
2. Gosto de um ambiente de trabalho colorido.
3. Gosto de elaborar respostas dissertativas mais do que preencher lacunas com respostas definitivas.
4. Vejo-me como amigo de meus alunos.
5. A pior classe que poderia ocorrer na minha classe é que os alunos não conseguisse relacionar-se.
6. As pessoas descrevem-me como uma pessoa agradável.
7. Parte da minha identidade está baseada no número de amigos que tenho e na força destes relacionamentos.
8. Três palavras que me descrevem são: amável, participativo, carinhoso.
9.  Faço meu trabalho melhor sozinho, após conseguir as informações que preciso de livros ou outros professores.
10. Gosto de trabalhar em uma escrivaninha ou em uma mesa.
11. Gosto de resolver problemas encontrando a resposta certa.
12. Eu me vejo como transmissor de informações para meus alunos.
13. A pior coisa que poderia acontecer em minha classe é que meus alunos não aprendessem os fundamentos de sua fé.
14. As pessoas descrevem-me como alguém talentoso.
15. Parte da minha identidade está baseada em quanto os outros acham que sou talentoso.
16. Três palavras me descrevem são: racional, analítico e talentoso.
17. Faço melhor meu trabalho sozinho, reunindo informações que funcionem.
18. Gosto de trabalhar com minhas mãos tanto quanto com minha mente.
19. Gosto de resolver problemas conferindo minhas próprias idéias.
20. Vejo-me como um treinador, ajudando meus alunos a fazerem o que precisa ser feito.
21. A pior coisa que poderia acontecer em minha classe é que os alunos não aprendessem a viver sua fé de modo prático.
22. As pessoas descrevem-me como um trabalhador eficiente, uma pessoa produtiva.
23. Parte da minha identidade própria está baseada em quão bem funcionam minhas criações.
24. Três palavras que me descrevem são: ativo, realista, prático.
25. Faço meu trabalho melhor formulando novas idéias e tentando coisas que muitos não arriscariam.
26. Gosto de brincar com novas idéias, formando suposições sobre o que funciona.
27. Gosto de resolver problemas imaginando soluções ou seguindo intuições.
28. Vejo-me como um facilitador ou estimulador de idéias para meus alunos.
29. A pior coisa que poderia acontecer em minha classe é que os alunos não aproveitassem o que aprenderam para tornar este mundo um lugar melhor.
30. As pessoas descrevem-me como uma pessoa muito criativa.
31. Parte da minha identidade própria está baseada em quantas idéias novas eu tenho.
32. Três palavras me descrevem: curioso, líder, criativo.


RESPOSTAS


1 a 8 – interativo
9 a 16 – analítico
17 a 24 – pragmático
25 a 32 - dinâmico



 

 

 

 

 

 

 

 

 




 

O EDUCADOR CRISTÃO E AS METODOLOGIAS DE ENSINO



Rosâmgela Silva Oliveira
IEAD/Bacabal-MA



Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. (Jo 15.16, grifo meu)

EBD “A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore”.

» Motivos que mostram a necessidade de investir no magistério cristão da igreja contemporânea:


- Pouco entendimento (Is 1.2-9)
- Hipocrisia (Is 1.11-17)
- Ingratidão (Os 11.1-5)
- Desprezo à santificação (1Tm 4.1-5)

» Porque existem ministérios infrutíferos na EBD?

• obstáculo epistemológico (pouco conhecimento bíblico e pedagógico);
• peso histórico (todos fazem – e a muito tempo);
• questão cultural (vive-se um tempo de superficialidades);
• questão político-social ( transferência de responsabilidades);
• questão espiritual (O povo peca por falta de conhecimento).

O QUE ACONTECE COM UM PROFESSOR INFRUTÍFERO NA CASA DE DEUS?


Ai do pastor inútil, que abandona o rebanho! A espada lhe cairá sobre o braço e sobre o olho direito; o braço, completamente, se lhe secará, e o olho direito, de todo, e escurecerá. Zc 11.17


MOTIVOS PARTICULARES pelos quais fracassam os professores na EBD:


- Pecados não confessados
- Incredulidade
- Ataques de principados e potestades do mal
- Falta de comunhão com o Espírito Santo


A Escola Bíblica Dominical desenvolve a missão da Igreja de proclamar a Palavra de Deus entre os homens, através do aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério e edificação do corpo de Cristo. (Ef. 4.12-16).


Enquanto agência educacional a EBD enfrenta grandes desafios neste novo milênio – está em desvantagem em relação aos profissionais especializados e a tecnologia dos recursos de ensino seculares.
Geralmente o professor é lançado na sala de aula em desvantagem. É eleito (apontado) e não obtém orientação de como realizar seu serviço. Será que serve este serviço feito de qualquer forma? A EBD não é um passa-tempo dominical.
Socorro! E agora? Sou professor da EBD! E nessa situação ele é contemplado dominicalmente.


A mesmice é instalada. A aprendizagem adquirida resistirá até o próximo domingo? De quem foi o desinteresse? Do professor? Dos alunos? A evasão dos alunos matriculados na EBD é alta e pode está diretamente relacionada ao processo ensino-aprendizagem.


Muitos professores acham que ensinar é apenas informar o que sabem aos alunos, da forma que eles quiserem determinar.
Ensinar não é a simples transmissão de informações.


Ensinar é criar uma situação didática que provoque a curiosidade de conhecer pela reflexão crítica, para posterior ação consciente.


As exposições do professor durante a aula devem conduzir a questionamentos reconstrutivos e não a aceitação passiva das informações. O professor não deve ser um showman e menos ainda um persuasivo doutrinador, mas, deve ser um comunicador que produza diálogos e não monólogos.

Principais problemas que atrapalham a comunicação na classe da EBD


» Quando o professor não percebe que é um mau comunicador.
» Quando o professor fica tão preocupado em expor sua matéria e não percebe que a atenção e a aprendizagem são processos psicológicos que precisam ser provocados.
» Quando o professor tem suas idéias tão mal elaboradas ou tão perfeitamente organizadas que não há nelas espaço para o exercício criativo dos alunos.

» Quando o professor parte da premissa que, se os alunos da primeira fileira entenderam, os demais entenderão.
» Quando o professor utiliza com muita freqüência uma linguagem técnica e não aproveita esta oportunidade para enriquecer o vocabulário dos alunos.
» Quando o professor coloca muitas idéias ao mesmo tempo, dificultando assim sua retenção. Na pressa de entregar a matéria, não fortalece as idéias principais.

» Quando o professor fala rápido demais ou articula mal suas palavras, muitas idéias não são percebidas pelos alunos.
» Quando o professor não utiliza meios visuais para comunicar conceitos abstratos ou os utiliza de forma inadequada.
» Quando o professor aprecia o monólogo. Quando ele mesmo responde suas perguntas.


Ensinar na EBD é bem mais do que ajudar o aluno a construir conhecimentos. A metodologia do educador cristão deve sempre objetivar o desenvolvimento de hábitos, valores e atitudes cristãs através de princípios pedagógicos que envolvam:


» COMPETÊNCIA HUMANA – para favorecer e otimizar as relações interpessoais (horizontais e verticais).


» COMPETÊNCIA TÉCNICA - para organizar condições didáticas apropriadas à assimilação dinâmica e consciente de conhecimentos que geram vida abundante, firmada em Jesus Cristo.


» COMPETÊNCIA POLÍTICO-SOCIAL – para ignorar ou fomentar reflexões e ações individuais ou coletivas.


Um educador/educando cristão não nasce feito. Faz-se. E faz-se nas suas experiências com Deus, com sua família, com a Igreja, com os demais grupos sociais, assim o ensino deve ser realizado visando mudança de vidas. A palavra de Deus nos foi confiada com dois propósitos primordiais (2 Tm 3.16.17):

  • para que o cristão seja perfeito (aprender a conhecer)

  • para que o cristão seja habilitado (aprender a fazer e a ser).

Diretrizes Pedagógicas do ensino cristão frutífero

» Formação do caráter;
» Formação de atitudes, hábitos, habilidades e valores, conscientes;
» Exercício da cidadania.

Objetivos Gerais

 

» compreender
» usufruir
» transformar

 

SUA METODOLOGIA - (At 8.26-39)


» Acredita que o magistério cristão é um trabalho humano que precisa/exige da ajuda cooperativa do Espírito Santo.
» Coloca suas impossibilidades e limitações a serviço do Mestre Jesus Cristo, que as tornará cheias de graça e poder. (V. .8)
» Faz conhecida entre os homens a Palavra de Deus. Como?

1. Aproxima-se de Deus para compreender significativamente a mensagem bíblica e assim expressá-la com discernimento de espírito.
2. Fomenta no aluno o interesse em conhecer o propósito de Deus para sua vida.
3. Suas estratégias de ensino não entronizam feitos humanos, antes, levam os alunos a glorificar e exaltar o Senhor, nosso DEUS.
4. Anuncia o amor e a misericórdia de Deus, assim como o mal que aguarda aqueles que resistem ao Espírito Santo.
5. Deixa-se gastar no processo ensino-aprendizagem por amor. Esforça-se ao máximo para que a mensagem bíblica seja aprendida e multiplicada.
6. Não deixa de lutar mesmo quando a situação for adversa. Lembre-se que você veio da parte de Deus, foi eleito para converter os homens de seus maus caminhos.

 

MÉTODOS DIDÁTICOS

Os métodos de ensino são as ações do professor pelas quais se organizam as atividades de ensino e dos alunos para atingir objetivos do trabalho docente em relação a um conteúdo específico. Eles regulam as formas de interação entre ensino e aprendizagem, entre professor e os alunos, cujo resultado é a assimilação consciente dos conhecimentos e desenvolvimento das capacidades cognoscitivas e operativas dos alunos. (LIBÂNEO, 1994)


CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS DE ENSINO

» METODO DE EXPOSIÇÃO PELO PROFESSOR


Neste método, os conhecimentos, habilidades e tarefas são apresentadas, explicadas ou demonstradas pelo professor. A atividade dos alunos é receptiva, embora não necessariamente passiva. A exposição lógica da matéria continua sendo, pois, um procedimento necessário, desde que o professor consiga mobilizar a atividade interna do aluno de concentrar-se e de pensar, e a combine com outros procedimentos, como o trabalho independente, a conversação didática ou o trabalho em grupo.
Entre as técnicas de exposição mencionamos:
» Exposição verbal -
» Demonstração (representar fenômenos ou processos que ocorrem na realidade)
» Ilustração (apresentação gráfica de fatos e fenômenos da realidade)
» Exemplificação (apresentação da relação do objeto de estudo com uma situação do cotidiano).
 

» METODO DE TRABALHO INDEPENDENTE

Consiste em tarefas dirigidas e orientadas pelo professor, para que os alunos as resolvam de modo relativamente independente e criador. O aspecto mais importante do trabalho independente é a atividade mental dos alunos, qualquer que seja a modalidade da tarefa planejada pelo professor para estudo individual. A função deste trabalho é a proposição de questões que os alunos possam resolver criativamente, de modo que assimilem o processo de busca de solução de problemas ou curiosidades.
O trabalho independente deve conter:


» Tarefas preparatórias
» Tarefas de assimilação do conteúdo
» Tarefas de elaboração pessoal

» MÉTODO DE ELABORAÇÃO CONJUNTA

É uma forma de interação ativa entre professor e os alunos visando a obtenção de novos conhecimentos, habilidades, atitudes e convicções, bem como a fixação e consolidação dos conhecimentos adquiridos.
A forma mais típica do método de elaboração conjunta é a conversação didática. Entretanto ela não aceita monólogos, mas, diálogos.
A conversação didática, por ser dinâmica e aberta, tem um grande valor didático, pois desenvolve nos alunos as habilidades de expressar opiniões fundamentadas e verbalizar a sua apropria experiência, de discutir, argumentar e refutar opiniões dos outros, de aprender a escutar, contar fatos, interpretar, além de proporcionar a aquisição de novos conhecimentos neste processo educativo dialético.

» MÉTODO DE TRABALHO EM GRUPO
Consiste em distribuir temas de estudo iguais ou diferentes a grupos distintos de alunos. A finalidade do trabalho em grupo é desenvolver atitudes de cooperação através da divisão de responsabilidades. O trabalho em grupo deve procurar desenvolver as habilidades de trabalho coletivo responsável e a capacidade de verbalização, para que os alunos aprendam a expressar-se e a defender os seus pontos de vista. Deve também possibilitar manifestações individuais dos alunos, a observação de seu desempenho, o encontro direto entre aluno e a matéria de estudo e a relação de ajuda recíproca entre os membros do grupo.


Entre as técnicas de trabalho em grupo mencionamos:
» Seminário
» Projeto Pedagógico
» Júri Simulado
» Grupo de verbalização x grupo de observação.

 

A PEDAGOGIA DE PROJETOS NA EBD

Segundo o educador cristão Marcos Tuler:
No âmbito da educação cristã, os ensinamentos bíblicos ministrados na ED têm de sair do campo teórico para o prático, ou seja, os conteúdos de ensino devem despertar nos alunos motivação para mudança de comportamento. O professor precisa estar ciente de que todo o ensinamento bíblico ministrado na ED está, naturalmente, carregado de realidade e senso prático: “Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto as minhas palavras como as minhas ações...” (Fp 4.9 ARA).


A Pedagogia de Projetos pode ser definida como um método no qual a classe se ocupa em atividades proveitosas e com propósitos definidos. Em outras palavras, é o ensino através da experiência. Este método coloca o aluno em contato com algum projeto concreto em que esteja interessado e em que planeje o empreendimento, colha as informações, e finalmente, leve a efeito os seus planos. No trabalho com projetos o próprio aluno constrói o conhecimento. O professor apenas propõe situações de ensino baseadas nas descobertas espontâneas e significativas dos alunos.


Com o trabalho de projetos, aprender deixa de ser um simples ato de memorização e ensinar não significa mais repassar conteúdos prontos. Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo procedimentos para atingir determinados objetivos. Ensina-se não só pelas respostas dadas, mas principalmente pelas experiências proporcionadas, pelos problemas criados, pela ação desencadeada.
 

 

ESTRUTURA DIDÁTICA QUE A EBD/BACABAL DESENVOLVE PROJETOS PEDAGÓGICOS NA ESCOLA BIBLICA DOMINICAL

Projeto SEMENTES DE FÉ

 

1. EIXO CONDUTOR
A que assemelharemos o reino de Deus? (Mc 4.30)

2. INTENÇÕES EDUCATIVAS
Exercitar a fé na glória do reino celestial;
Identificar nossa posição no reino de Deus;
Valorizar, pela experiência, a identidade cristã;


3. JUSTIFICATIVA
O cristão deve guardar no coração a sublime certeza de seu chamado para viver eternamente no reino de Deus e, enquanto aguarda este momento, precisa perceber que deve exercer sua cidadania celestial aqui na terra através de um ministério frutífero.


4. ATIVIDADES
- Leitura, interpretação, reescrita e ilustração de Mc 4.30-32;
- Produção de um cartaz ou poesia ou cordel, com a mensagem central dos versículos acima referidos;
- Divulgação da produção textual na comunidade local;
- Apresentação dos resultados na EBD local.


5. RECURSOS
- papel, caneta, cartolina, giz de cera, Bíblica Sagrada, literatura bíblica;
- máquina fotográfica/filme;

 
6. DURAÇÃO
De 01 a 15.05.2006


7. GRUPO DE INTERVENÇÃO
- enfermeiros/pacientes do Hospital X
- membros da escola U. I. Alto Cururupu, em Bacabal-MA;


8. FORMAS DE REGISTRO/SOCIALIZAÇÃO
- cartazes, fotografias;
- exposição de cartazes, fotografias, declamação de poesias e literatura de cordel;


9. FORMAS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada através da observação do interesse e participação do público-alvo.


10. CULMINÂNCIA
Organização de um quadro-mural “Sementes da Fé” a ser apresentado na EBD como resultado do estudo bíblico e evangelização produzida na comunidade.


11. PERSPECTIVAS
Espera-se que este exercício de fé e evangelização possa produzir reflexões que gerem avivamento espiritual na classe de jovens e adultos da EBD na Igreja Evangélica Assembléia de Deus, em Bacabal-MA.

12. REFERÊNCIAS


Bíblia de Estudo Pentecostal
Revista Ensinador Cristão – CPAD – Rio de Janeiro
Rubinho. Guia de sobrevivência do cristão. São Paulo: Ed. Vida. 2001.
www.escoladominical.com.br

 


Power by M-Designer